Poema que dá início ao romance épico japonês Heike Monogatari ("Conto de Heike")
Em Guiôn,o som dos sinos ressoa
que nada permanece para sempre.
Na cor das folhas das árvores gêmeas,
a verdade: o que nasce, perece.
A arrogância não dura muito tempo,
é sonho breve na noite vernal;
até os bravos um dia enfim tombam,
se tornam nada mais que poeira ao vento.
Tradução: Rafael Brunhara
Notas:
No original, Gion Shouja, é o templo situado em Gion, na Índia.
No original, as árvores gêmeas com folhas de Shala (sharashouju). Árvores com dois troncos crescendo em quatro direções. Diz a lenda que Buda morreu sob essas árvores, após ter alcançado o Nirvana.

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