II. Redondilhas
Não sei bem que nome darao que em mim se levantou;não foi esperança, não,mas também não se apagou.Talvez fosse um sonho antigoque ainda não se cansou;uma veia de ternuraque o tempo não arrancou.Não sorri. Não houve nada.Nem três palavras trocamos.Apenas um breve instanteque em silêncio carregamos.Talvez tenha sido sóum momento sem razão.Ou talvez eu tenha, outra vez,estrangulado a ilusão.

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